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"O comprador é o consumidor inativo e esporádico. O desafio das empresas é transformar compradores em clientes." Milton Angeli, publicitário brasileiro
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Não Lembro o Seu Nome
Você encontra um colega ou cliente e, por mais que se esforce, não consegue lembrar o nome dele. Para evitar essa saia justa, veja algumas dicas que ajudam a registrar nomes de conhecidos na memória e evitar lapsos. 1. Não se intimide em perguntar duas ou mais vezes o nome do novo conhecido. É melhor fazer isso no primeiro encontro do que ser obrigado a confessar, no futuro, que não se lembra do nome daquela pessoa. 2. Procure observar as características físicas e de personalidade e vá associando-as ao nome da pessoa. A memória semântica é acionada mais facilmente quando há muitos vínculos estabelecidos com aquele nome. 3. Mentalmente, faça uma lista de amigos e conhecidos e confira periodicamente se você realmente pode recordar seus nomes. Depois de conhecer uma pessoa, faça a primeira checagem poucos dias após o primeiro encontro e, gradualmente, vá aumentando esse intervalo. 4. Ao encontrar alguém conhecido, repita mentalmente o seu nome. 5. Não conte apenas com a sua memória. Agendas, anotações, fichários pessoais e qualquer outro tipo de ajuda externa são válidos. Como é Mesmo o Seu Nome?
Conta o folclore político que o presidente Juscelino Kubitschek desenvolveu um método peculiar de "lembrar" o nome das pessoas. Abraçava o interlocutor e perguntava baixinho no seu ouvido: "Como é mesmo o seu nome?". Quando a "vítima" dizia, Juscelino falava bem alto alguma coisa do tipo: "Meu prezado amigo fulano de tal, que grande prazer em revê-lo". Contava com o fato de que a pessoa não denunciaria o truque por vaidade, já que todos em volta ficavam com a impressão de que o presidente lembrava mesmo o seu nome. Uma Nova Forma de Vírus
Um novo tipo de vírus de computador está se espalhando rapidamente pela Internet, afetando tanto servidores como PCs, informam especialistas em segurança. Conhecido como "Nimda", o vírus tem um grande poder de disseminação porque espalha-se não apenas pelo envio de e-mails infectados mas também por meio de visitas a sites na Web. Quando o usuário visita uma home-page infectada, o navegador automaticamente infecta o computador. O consultor técnico da Sophos Antivirus, Graham Cluley, informa que o vírus explora uma já detectada vulnerabilidade do Internet Information Server (IIS) da Microsoft em máquinas rodando o sistema operacional Windows NT ou Windows 2000. Correções para as falhas no IIS e nos navegadores de Internet estão disponíveis no endereço http://www.microsoft.com/security. Fonte: Agência Reuters |
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Responder a essa pergunta, longe de ser um exercício inútil de futurologia, deve ser hoje uma prática obrigatória nas empresas preocupadas em manter-se competitivas. Quanto vale o consumidor que está entrando neste momento na revendedora de automóveis, no restaurante, na livraria, na ótica ou na joalheria? A resposta está no resultado de uma simples conta matemática. Segundo uma estimativa da General Motors, cada cliente que entra em uma de suas concessionárias de veículos vale R$ 300 mil. Esse valor representa o preço médio do carro que ele está comprando, multiplicado pelo número de vezes que ele irá adquiri-lo ao longo de sua vida. O valor médio de um cliente fiel da GM pode chegar até R$ 400 mil, se forem incluídos no cálculo a aquisição de peças, serviços e seguro. Essa mesma conta pode ser feita em qualquer outro segmento do mercado. O exercício matemático lança alguns pontos para reflexão. Empresários, lojistas e equipes de venda estão percebendo o real valor dos clientes? E os clientes? Têm consciência do seu valor, calculado a partir de seu potencial de consumo? A competição acirrada e a "guerra" pela conquista do consumidor estão provocando uma mudança importante em termos de vendas. Isso significa que o segredo do sucesso não está mais em vender um mesmo produto para o maior número de pessoas possível, mas sim, em vender o maior número de produtos possível para o mesmo cliente, sem, claro, abusar de sua vontade. Para isso, é preciso conquistar a fidelidade do consumidor. É necessário que, ao vê-lo entrando pela porta, as equipes tenham consciência de que ele não é apenas um comprador eventual. O cliente da concessionária não vale os R$ 20 mil que vai deixar no caixa após a compra de seu primeiro automóvel. Ele representa os R$ 400 mil que constituem o seu potencial de consumo, se for conquistado e mantido. Isso só é possível se as empresas investirem em um diferencial básico: atendimento. Mais do que o preço ou a qualidade do produto, é a qualidade do atendimento que vai fazer com que o cliente decida-se pela compra, volte à empresa, torne-se fiel, transforme-se em um dos mais eficientes "vendedores" do produto, através da propaganda boca a boca. Conseguir conquistar o cliente a longo prazo é o desafio que se impõe a todas as empresas que pretendem tornar-se ou manter-se competitivas. Em tempo: para conquistar um novo cliente, gasta-se cinco vezes mais do que para manter um cliente atual. Facilitar a chegada do cliente à empresa; procurar surpreendê-lo, fazendo sempre mais do que ele deseja ou espera; abrir canais eficientes de comunicação; ouvi-lo; ter atitude solucionadora; investir na sua fidelização e ter criatividade no atendimento são algumas posturas que podem ser adotadas por quem aposta nessa nova visão. Por quem acredita que o cliente, mais do que um simples comprador, é um parceiro a ser mantido por toda a vida. Ricardo de Almeida, diretor da TGI Consultoria em Gestão |
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