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"A adversidade devolve aos homens todas as virtudes que a prosperidade lhes tira." Eugène Delacroix, 1798-1863, pintor francês
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Como as Empresas Usam a Internet?
Uma pesquisa realizada pela Boucinhas & Campos junto a 250 empresas em todo o País mostra como elas costumam utilizar a Internet: o 30% usam a rede para pesquisa de preços; 20% para recrutamento de profissionais; 17% para análise da concorrência; 14% para compra de insumos; 11 para venda de produtos; e 8% para outros fins. Fonte: Revista Exame Comunicação Interna
Estão abertas as inscrições para o curso "Comunicação Interna - Consolidando a Marca em Parceria com as Equipes", promovido pelo Instituto de Tecnologia em Gestão (INTG). O curso é destinado a gerentes, profissionais da área de recursos humanos ou que tenham sob sua responsabilidade a área de comunicação interna da organização. O curso irá abordar princípios e métodos para alcançar uma comunicação interna eficiente, transformando funcionários em parceiros da organização. Mais informações no INTG, pelo telefone. 3076.5324. Sempre Atenda o Repórter
Ao atender um telefonema de um repórter, solicitando informações para uma matéria, muitas pessoas ficam sem saber como agir. O primeiro mandamento é atender sempre a Imprensa. Nunca se recuse a dar entrevistas, nem demore muito para retornar a ligação. Se, por acaso, o repórter solicitar dados, informações ou números que você não tem a mão, peça alguns minutos, cheque o que for solicitado e ligue de volta assim que possível. Lembre-se que tudo o que você disser estará publicado no jornal no dia seguinte. Informações imprecisas ou erradas podem gerar grandes transtornos. |
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"Ah, eu mesmo reviso!" Eis uma frase freqüente que sinaliza para duas coisas: uma positiva e outra negativa. A positiva é que reconhece a necessidade elementar de uma revisão, quer gráfica, quer textual. A negativa é que não reconhece que o próprio autor/redator, por mais competente que seja, é completamente suspeito para revisar a própria criação. Claro que pode e até deve revisá-la, mas há de compreender que sua revisão, por causa do seu próprio condicionamento, pode lhe valer muito pouco. O revisor amador vive em todos nós, continuará vivendo e é bom que viva. Ele incorpora nosso senso crítico, nossa experiência, nossas informações. Portanto, todos somos revisores. Ninguém, de sã consciência, deseja errar, falhar, comunicar-se mal. E o revisor, o amador ou o profissional, é o amigo de que precisamos para uma interlocução que busque, acima de tudo, qualidade. Os países mais desenvolvidos, sobretudo os de cultura anglo-saxã, têm uma tradição que privilegia a revisão, o que os posiciona como excelentes e caprichosos editores. Para eles, o revisor sempre foi quase uma espécie de superleitor a quem se delegou a missão de zelar pela qualidade, conforme anota Alberto Manguel em seu excelente livro Uma história da leitura. Prática multissecular, a revisão tem passado por sucessivas mudanças e impactos. Suas exigências profissionais marcharam de par com a tecnologia e a História. Se o espírito permaneceu o mesmo, mudaram substancialmente a forma e o aparato. No momento, por exemplo, com os avanços da Era Digital, o computador e seus recursos de edição de texto tornaram a revisão profissional mais exigente. Isso significa que a eliminação sumária de erros grosseiros de ortografia, digitação e concordância abre caminho para um desempenho mais intelectual do revisor. Por outro lado, a velocidade digital conspira contra o texto, favorecendo outros tipos de falhas, ambigüidades e sobressaltos. Como olho vivo da Qualidade, a revisão profissional está atenta a um sem-número de pormenores (grafias, símbolos, abreviaturas, repetições, datas, pontuação, etc.) que, para o leitor apressado ou pouco exigente, podem passar despercebidos. Sua prática, através de uma leitura lenta, é, a rigor, um exercício de descondicionamento e desautomação. Além disso, se é de fato uma boa revisão, os aspectos comunicativos do texto devem ser privilegiados em detrimento da mera gramatiquice ou do purismo vernacular, isso, claro, variando de acordo com o contexto e o meio (impresso, anúncio, livro, etc.) em que se faça a revisão. A revisão traz também outro benefício: diminui a solidão do redator. Por isso, não se trata, como habitualmente se pensa, de ver e apontar "erros" por toda parte. Afinal de contas, todo redator sabe que o plano da expressão, ao contrário do que foi ensinado na escola, é que é o essencial. Mas esse é mais um motivo por que também textos de bons redatores precisam de uma revisão profissional. Com ela ou por causa dela, eles estarão mais livres e soltos para criarem, mais seguros para publicarem. O olho vivo da qualidade sempre pode aprimorar diversos tipos de trabalho e, o que é melhor, evitar prejuízos financeiros e dissabores os mais variados. Paulo Gustavo, sócio da Consultexto |
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