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Brasil, um País Seguidor
Um estudo, realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU), consultoria do grupo que edita a revista The Economist, classifica as 60 maiores economias do mundo de acordo com o seu grau de preparação para enfrentar a nova economia, considerando uma série de indicadores, como conectividade, difusão do comércio eletrônico, ambiente geral de negócios e infra-estrutura social e econômica. Os EUA aparecem no topo do ranking com 8,73 pontos (numa escala até 10). A Austrália aparece em 2º lugar (8,29 pontos), o Reino Unido em 3º (8,10), o Canadá em 4º (8,09) e a Noruega em 5º (8,07). O ranking classifica os países em quatro grandes categorias: "líderes", "competidores", "seguidores" e "retardatários". O Brasil é enquadrado entre os "seguidores", o grupo mais numeroso. Está em 36º lugar na classificação geral (4,64 pontos), atrás do Chile (29º lugar, com 5,28 pontos) e da Argentina (31º lugar, com 5,01 pontos). Não Faça na Entrevista de Seleção
Por mais preparado que o profissional esteja, basta um pequeno escorregão no momento da entrevista de seleção para que a chance vá para o espaço. No recém-lançado livro Como Procurar e Acelerar a Caça ao Emprego, o consultor Érico Graudin alerta para falhas que, embora graves, são muito comuns. 1. Pedir para estacionar o carro na garagem. 2. Ficar fazendo perguntas sobre a empresa para a secretária. Muitas vezes ela está ali para informar ao chefe cada passo seu. 3. Bisbilhotar quadros, fotografias e documentos enquanto aguarda. 4. Colocar os braços ou pertences sobre a mesa do entrevistador, um "território intocável". Se não houver outra cadeira, coloque sobre as pernas ou no chão. 5. Atender ao telefone celular na sala de espera ou, pior, durante a entrevista. 6. Revelar tiques nervosos, como roer unha, piscar compulsivamente ou "mascar um chiclete invisível". 7. Cruzar os braços. O gesto pode significar que o assunto está pesado ou que você não está aberto a perguntas. 8. Demonstrar postura radical ao abordar temas polêmicos, como religião e política. 9. Espirrar ou tossir demais. Se estiver doente, tente desmarcar a entrevista antes de comparecer ao local. Fonte: revista Veja CRM
Em inglês, significa Customer Relationship Management ou Gerenciamento das Relações com o Cliente. É um novo conceito que propõe a saída de um mundo orientado para produtos e a entrada em um outro orientado para clientes. As empresas que apostam na cultura do CRM buscam conhecer profundamente o seu cliente. Por meio de ferramentas adequadas, particularizando ao máximo o atendimento e satisfazendo as necessidades individuais. É o instrumento por excelência da era do Marketing One to One. |
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Há um crescente aumento na
procura de empresas privadas por trabalhos de auditoria operacional.
As dúvidas quanto aos controles existentes e os procedimentos praticados
por alguns empregados têm levado os empresários a procurar tais serviços
e, na maioria das vezes, ter grandes surpresas ao final dos trabalhos.
A surpresa é decorrente do novo, de ser apresentado à rotina da empresa,
às vezes comandada há anos e não conhecida em sua totalidade. As fragilidades
e os erros cometidos nos procedimentos diários são decorrentes, em
sua maioria, do despreparo técnico e conseqüente falta de acompanhamento
de um profissional mais qualificado. Por outras vezes, a má-fé e a
possibilidade de aproveitar uma inexistência de controle são utilizadas,
originando as "fraudes".
Os controles internos instituídos nas empresas visam assegurar uma rotina de procedimentos que as façam caminhar de forma segura e produtiva, fornecendo ferramentas para o controle do negócio. Entretanto, o que vem ocorrendo com freqüência é o descumprimento dessas normas e um descontrole operacional e documental provocado pela falta de acompanhamento das atividades desenvolvidas. Há bons sistemas operacionais nas empresas que não vêm sendo utilizados, bem como normas essenciais estabelecidas em manuais de procedimentos internos que não vêm sendo cumpridas, tornando as empresas cada vez menos profissionalizadas. As empresas de auditoria, ao iniciarem trabalhos dessa natureza, detectam diversas falhas de organização e condução dos setores, apresentam relatórios de problemas encontrados e demonstram a fragilidade existente em cada área auditada. Ao término dos trabalhos, sugerem novos controles a serem acrescentados nos setores examinados. O conhecimento de todas as rotinas de controle da empresa é uma ferramenta primordial para a direção traçar metas e projetar resultados, sem que encontrem no caminho surpresas indesejáveis. Luis Gustavo de Carvalho Bosco, auditor da Deloitte Touche Tohmatsu |
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