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"Enquanto o burocrata tem razão nove vezes em dez, o criativo erra nove vezes, mas, quando acerta uma vez, está abrindo caminhos para a humanidade." Domenico De Masi, sociólogo italiano
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Cuidado com as Siglas
Siglas estão por toda parte e sua grafia merece cuidado. Caso tenham apenas três letras, todas devem ficar em maiúscula: OAB; IAB, ITA, CBF, etc. Em maiúsculas também devem ficar aquelas que pronunciamos letra por letra, como INSS e ACSP. Caso as siglas formem uma palavra, grafam-se em caixa alta e baixa: Sudene, Fiepe, Fiesp, Empetur. Caso necessitem fazer plural, basta acrescentar um "s": PMs, OABs, IABs, Creas. Homem Solteiro Formado
Homens com menos de 30 anos dominam as vagas das empresas pontocom brasileiras. Veja o perfil dos funcionários das empresas digitais, segundo pesquisa da Nexxy Capital Research: Idade: 29,6 anos; Salário: R$ 4.478,50; Homem: 78%; Tempo no emprego: 17 meses; Empregos que já teve: 2; Horas trabalhadas/dia: 10,5; Nível superior: 60%; Solteiros: 61%. Pequeno
Porém Honesto
O pequeno livro Como Aplicar Conceitos de Marketing, da série Sucesso Profissional, publicado pela Publifolha, divisão de publicações do Grupo Folha, é uma dessas poucas obras de divulgação "ligeira" que vale a pena ler. Leve, fácil, direto, traz conceitos importantes sobre esta difícil disciplina que é o Marketing, explicados de uma maneira adequada, sem simplificações irresponsáveis e dentro de um espaço mínimo (72 páginas bastante ilustradas). Vale a pena conferir em qualquer banca de jornal. |
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"Chegam ao fim as velhas dicotomias entre cultura e
tecnologia, entre arte e comércio, entre trabalho e lazer." McLuhan
em Understanding Media
Vivo, vivíssimo, continua Marshall McLuhan diante das novas "galáxias" de comunicação que, graças ao desenvolvimento tecnológico, começam a brilhar no nosso horizonte. O tempo presente confirma sua visionária perspectiva. Os anos de sua posteridade só fazem consagrar algumas de suas idéias e conceitos, a exemplo da hoje praticamente anônima aldeia global. Líderes, gurus e intelectuais não têm outra opção, a não ser reconhecer-lhe um pioneirismo clarividente. McLuhan é pedagógico, além de profético. Seu didatismo, mesmo quando simplificador, abre inúmeras clareiras de reflexão. Deixou-nos imagens e metáforas poderosas, capazes de estimular outras tantas mentes de igual quilate. O exemplo que nos ocorre de imediato é o de Bill Gates, cujo livro A Empresa na Velocidade do Pensamento inspira-se na imagem do sistema nervoso como campo unificado (tão cara a McLuhan) para observar as organizações como sistemas digitais. Foi de McLuhan o alerta sobre a obsessão conteudística de nossa cultura livresca e gutemberguiana. Segundo ele, isso nos impediria de ver que as formas estão nos dizendo alguma coisa, que o "meio é a mensagem". Percebia que o conteúdo, magnetizando as atenções, jogava uma cortina de fumaça, ofuscando o brilho de novas formas que, há quarenta anos, já interagiam com a humanidade. Parecia, desse modo, nos dizer que é necessária uma saudável des-intelectualização para sentirmos e compreendermos melhor o que se passa à nossa volta. Para usarmos uma expressão ao gosto de Gilberto Freyre, podemos afirmar que nosso autor viu "insurgências e ressurgências". Por outro lado, percebeu como a arte, a partir da famosa sugestão de Pound ("Os artistas são as antenas da raça"), estava melhor sintonizada para o que se desenhava no horizonte das comunicações. Foi igualmente o primeiro a entender que começavam a ruir, por força da Era Eletrônica, velhas dicotomias e obtusas polarizações. Se o hoje emérito Peter Drucker anuncia que a Era do Conhecimento anula o fosso entre os mundos intelectual e gerencial ("As pessoas instruídas terão que estar preparadas para viver e trabalhar simultaneamente em duas culturas - a do 'intelectual', que focaliza palavras e idéias, e a do 'gerente', que focaliza pessoas e trabalho." Sociedade Pós-Capitalista. São Paulo: Pioneira, 1997), não resistimos a ver em suas palavras os ecos proféticos de McLuhan. Fiquemos atentos às novas "galáxias". Elas vieram para ficar. Sem dúvida, pressionam a velha irmã gutemberguiana, ajudando a rejuvenescê-la. Há um realinhamento em curso e uma criatividade "anônima" e "coletiva" começa a escrever uma nova História. Paulo Gustavo, sócio da Consultexto |
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