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"A raça humana é governada por sua imaginação." Napoleão Bonaparte, imperador francês
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Mau Atendimento
De acordo com um dos maiores especialistas em varejo da atualidade, John Tscholh, a principal razão pela qual os clientes deixam de comprar um produto é o mau atendimento. Caso se considerem mal atendidas, 40% das pessoas simplesmente saem da loja. Pior: espalham sua experiência negativa para, em média, outras onze pessoas. A qualidade do atendimento, acredite, influencia mais que o preço ou a qualidade do produto. Fonte: Portal Venda Mais Ainda Navegando no Trabalho
Outros números da pesquisa da vault.com sobre o uso da Internet para fins pessoais durante o horário de trabalho. Foram entrevistados 451 funcionários e 670 chefes: 54,2% dos funcionários disseram já ter sido flagrados pelo chefe enquanto navegavam na Web para fins pessoais (talvez muitos não tenham percebido, já que, entre os chefes, 79,8% afirmaram já ter flagrado um funcionário no ato). 53,2% dos funcionários acham ético a empresa monitorar o uso da Internet e do e-mail no trabalho (a proporção dos chefes que admitiram restringir ou monitorar o uso da Internet ou do e-mail dos funcionários foi menor, 41,5%). 72,2% dos funcionários não adotam nenhuma precaução para não serem pegos pelo chefe. 66,6% dos funcionários (e 50,2% dos chefes) não acham que o uso pessoal da Internet durante o expediente reduz a produtividade. Sempre "Há" no Passado
O uso do há e a ainda provoca muita confusão. Mas a regra é simples. Há indica passado e pode ser substituído por faz: Já a exprime tempo futuro ou distância (não pode ser substituído por faz): Chegou há duas horas/ Ela viajou há menos de uma semana. O avião chegará daqui a pouco /Ficou a pouco mais de dez metros do seu ídolo. |
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Para o bem ou para o mal, estamos desembarcando na Era Pós-industrial.
Entre as esperanças e boas notícias, os especialistas e estudiosos
apontam para a superação de velhas dicotomias, realçando o caráter
plural e inovador de um novo modus vivendi. Às atividades meramente
repetitivas e mecânicas se sucedem várias outras que espelham e antecipam
um mundo mais humano, onde, como já queria Lewis Mumford, "daremos
à máquina o que é só da máquina e devolveremos à vida o que é da vida".
A ser verdade o que se prenuncia, a criatividade assumirá um papel decisivo na nossa vida diária, com importantes reflexos para a atividade empresarial. Domenico de Masi, por exemplo, prevê uma importante função para o estético. Com certeza, o refinamento das novas tecnologias, permitindo a livre e direta intervenção humana - ou seja, a inserção da subjetividade criadora nas relações de produção - fará eclodir ainda mais o que já se assiste: a personalização e a flexibilidade (serviços e produtos sob medida), criando, em muitos casos, uma espécie de vida artesanal tecnológica. Estranho? Nem tanto, se pensarmos nas formas híbridas e complexas que se vêm gestando nos laboratórios e que já pousam nas nossas prateleiras. Mais que um componente implícito no processo de um produto, a criatividade, num mundo assim, passa a ser um fator decisivo e condicionante. As personalidades criativas terão lugar cativo em tal contexto, convocadas a transformarem matérias-primas, sejam estas serviços, produtos, informações, realidades. O mundo midiático, tão bem previsto por McLuhan (e hoje sacramentado por Manuel Castells) será plasmado, cada vez mais, por uma criatividade extensiva. Uma poeisis (criação) difusa se expandirá pelo tecido social, lembrando a cada homem seu quinhão de criador. O que parece apenas profecia já se sabe que é uma realidade em vários níveis da sociedade informacional. Se, para esta, o conhecimento é a mola vital, nada mais razoável que a criatividade também ocupe um lugar nuclear. É praticamente uma evidência. Com certeza, a criatividade com seus valores e mecanismos - imaginação, fusão, associação, adaptação, transposição, inovação e tantos outros - terá muito a nos dizer. Com sua sociedade, as novas tecnologias poderão florescer para além das obviedades bem comportadas que se esperam de sistemas e máquinas. Paulo Gustavo, sócio da Consultexto |
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